sexta-feira, 31 de agosto de 2012


Não encante o que não é seu,
não cante pro vazio,
não desabe no abismo,
não beba o mar.
Perceba que perdeu,
Sim!Agora é meu! 

Thomas


quarta-feira, 15 de agosto de 2012




Todo amor que me fora dado
Em curto período de tempo,
Fora-me arrancado das entranhas violentamente
Pelo simples acaso da sua falta de vontade.




Thomas

terça-feira, 14 de agosto de 2012




O Amor anda reclamando,
O Amor está cansado de ser amado
Está cansado de ser chamado de Amor,
Anda fadigado de tanto ser sentido, querido, pedido, perdido...
De ter e ser tão intenso.
De ser tão quente tão de repente
E ter que esfriar tão rápido.
O Amor está cansado de ser amado,
Hoje ele saiu armado por aí,
Andando por becos escuros
Procurando brigas, desavenças,
Alguma desordem nas ruas, nas vielas,
Calçadas imundas, vasos, veias,
Nos tecidos do coração de alguém
Que hoje ao acordar fez um pedido displicente: - Hoje eu quero encontrar um amor.

Thomas

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

 

 

Chega atrasada e ébria,

Lambendo os lábios com um tenaz cinismo

Quase mentiroso

E eu finjo não perceber

Teu olhar sagaz...

Você borbulhando segredos na taça de vinho,

Mal consegue olhar para mim.

Meio tonta, meio sonsa, meio a meio...

 

Thomas

quarta-feira, 11 de julho de 2012

sexta-feira, 1 de junho de 2012


Precisamos arrumar o nosso tempo querida...

Thomas



As partes,
Os pedaços... De quem?
As castas,
Dos povos... A tua!
As frestas,
Do peito!
As flechas,
No peito!
A pressa,
Os passos!
A culpa,
A tua! A minha!
A distância,
A nossa!
A esfera no tempo,
O tempo... O tempo... O tempo...
A sede,
De você, por você, só para você!
A morte da sede... Saciar...
A causa...
O efeito...
A felicidade medida,
A tristeza desmedida...
Quantas coisas entre nós...
O muro...Silêncio...
A paz que não tenho...



Thomas



As partes,
Os pedaços... De quem?
As castas,
Dos povos... A tua!
As frestas,
Do peito!
As flechas,
No peito!
A pressa,
Os passos!
A culpa,
A tua! A minha!
A distância,
A nossa!
A esfera no tempo,
O tempo... O tempo... O tempo...
A sede,
De você, por você, só para você!
A morte da sede... Saciar...
A causa...
O efeito...
A felicidade medida,
A tristeza desmedida...
Quantas coisas entre nós...
O muro...Silêncio...
A paz que não tenho...



Thomas

sexta-feira, 4 de maio de 2012


Pensei em beber o único gole d`água
Que estava dentro do Lírio Azul,
Mas percebi que se eu cometesse tal ação
Eu estaria minando minha própria vida.



Thomas

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Vertigem...
Você não aparece,
Não volta,
Não contorna esse pensamento fixo.
Não volta,
Nem para um abraço,
Nem um beijo,
Você não volta.

Thomas
Vertigem...
Você não aparece,
Não volta,
Não contorna esse pensamento fixo.
Não volta,
Nem para um abraço,
Nem um beijo,
Você não volta.

Thomas

sexta-feira, 13 de abril de 2012

sexta-feira, 30 de março de 2012


Quanto ao frio,
Acredito que une os casais




















E enche as tabernas.



















Thomas




Quantos caminhos você vê?
Quanto mel ainda
Há em tua boca?




Thomas

quinta-feira, 29 de março de 2012

Para mim, Clara,
O amor é como um sonho;
Vivemos enquanto dormimos
E lembramos quando estamos acordados.

Thomas